O que aconteceria com você após 3 meses sem redes sociais? Psicólogo responde

calendar_month 30 de janeiro de 2026 person movisoal

A ideia de passar três meses sem redes sociais pode soar como uma tortura medieval para muitos, mas a pergunta “O que aconteceria com você após 3 meses sem redes sociais? Psicólogo responde” é um convite e tanto para uma reflexão profunda sobre nossa relação com a tecnologia. Não se trata de um mero “desligar”, mas de uma imersão em um experimento comportamental que, segundo a ciência, tem impactos reais e mensuráveis.

Funciona assim: ao se afastar das redes, você não está apenas deixando de postar fotos ou rolar o feed. Você está quebrando ciclos de dopamina que o cérebro associou a notificações e likes. O psicólogo, nesse cenário, explicaria que os primeiros dias ou semanas seriam marcados por uma espécie de “abstinência digital”. Aquele impulso de pegar o celular, a sensação de “estar perdendo algo” (FOMO), a ansiedade por não saber o que os outros estão fazendo. Mas, gradualmente, o cérebro começa a se reajustar. O tempo livre, antes preenchido por telas, é redirecionado para outras atividades: leitura, hobbies esquecidos, conversas presenciais, observação do ambiente. A atenção melhora, o sono pode se regular, e a comparação social, um dos grandes vilões da saúde mental nas redes, diminui drasticamente. É um processo de “desintoxicação” que leva à redescoberta de si e do mundo offline.

E por que isso importa? Porque a onipresença das redes sociais não é neutra. Ela molda nossa percepção de tempo, nossa capacidade de concentração, nossa autoestima e até a qualidade de nossas interações sociais. Entender o que acontece ao se desconectar por um período significativo, com a chancela da psicologia, nos dá ferramentas para avaliar criticamente nosso consumo digital. Não é sobre demonizar a tecnologia, mas sobre usá-la de forma consciente e saudável. A resposta do psicólogo, nesse contexto, não seria uma sentença, mas um guia para uma vida digital mais equilibrada, mostrando que a “cura” para a fadiga digital pode estar em um simples, mas desafiador, “desligar”. É ciência pura aplicada ao nosso dia a dia conectado.

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