A 99, que a gente conhece bem pelas corridas de aplicativo, está mostrando que seu jogo vai muito além das quatro rodas. A novidade da vez é o lançamento de um programa de cashback focado especificamente em empresas. Esqueça o cashback para o usuário final que pegou uma corrida; aqui, o papo é B2B, ou seja, de empresa para empresa. É um movimento estratégico que reforça a guinada da 99 para o universo fintech e de soluções corporativas, buscando fidelizar e atrair clientes empresariais para seus diversos serviços.
Mas como essa brincadeira funciona na prática? Basicamente, as empresas que utilizam as plataformas da 99 – como o 99 Empresas para gerenciar as viagens de seus colaboradores ou até mesmo a 99Pay para outras transações financeiras – podem receber de volta uma porcentagem do valor gasto. Pense nisso como um incentivo para centralizar suas despesas e operações na 99. O percentual e as condições exatas podem variar, mas a ideia é que, ao usar os serviços da 99 para suas necessidades corporativas, parte do dinheiro retorna para a própria empresa, seja como crédito para futuras transações ou depositado na conta 99Pay da pessoa jurídica. É uma forma inteligente de a 99 estimular o uso contínuo e em maior volume de sua ecossistema de produtos.
E por que isso importa, não só para a 99 e para as empresas, mas para o mercado tech como um todo? Para a 99, é uma tacada para consolidar sua posição como um player robusto no segmento fintech e de soluções corporativas, competindo de frente com bancos digitais e outras plataformas de gestão de despesas. Para as empresas, é uma oportunidade de reduzir custos operacionais, mesmo que marginalmente, e simplificar a gestão de despesas de transporte e pagamentos, tudo em uma única plataforma. Já para o Mercado Tech, esse movimento da 99 é um claro sinal da convergência de serviços. Empresas de tecnologia estão cada vez mais buscando diversificar suas fontes de receita e aprofundar o relacionamento com seus clientes, seja pessoa física ou jurídica. O cashback B2B é mais uma ferramenta nessa corrida, mostrando que a inovação não para e que a guerra por clientes corporativos está cada vez mais acirrada e criativa.